O serviço de mamografia de Itabirito realizou 3.254 exames entre janeiro e junho de 2026, atendendo pacientes do próprio município e também de Ouro Preto e Mariana. Os dados foram divulgados pela Prefeitura de Itabirito durante o Outubro Rosa, campanha de conscientização sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

Do total de exames realizados no primeiro semestre, 1.448 foram de pacientes de Itabirito, 1.158 de Ouro Preto e 648 de Mariana. O atendimento é feito pelo Centro Estadual de Atenção Especializada (CEAE – Especializa Minas), que funciona como referência para os três municípios.
Segundo a administração municipal, são disponibilizadas 600 vagas para agendamento por mês. O tempo médio entre a chegada da solicitação à regulação e a realização do exame é de aproximadamente 45 dias. A Prefeitura informa que atualmente não há fila para a realização das mamografias.
O município também conta com mamógrafo digital próprio, utilizado na oferta dos exames. Para ter acesso ao serviço, a orientação é procurar a unidade básica de saúde, onde a necessidade do procedimento poderá ser avaliada e encaminhada à regulação.
Mais de 6 mil exames realizados em 2025
Em todo o ano de 2025, o serviço realizou 6.070 mamografias para pacientes dos três municípios. Itabirito registrou 2.671 exames, enquanto Ouro Preto contabilizou 2.085 e Mariana, 1.314.
Os números mostram a abrangência regional do atendimento oferecido em Itabirito. A estrutura também atende à demanda de mulheres que precisam realizar o exame como parte do acompanhamento da saúde das mamas.
De acordo com a Prefeitura, 13.927 mulheres de Itabirito estão na faixa etária de 40 a 74 anos, considerada pela publicação municipal para a realização do rastreamento por mamografia.
Sinais que precisam de avaliação
Durante o Outubro Rosa, as orientações também reforçam a importância de reconhecer alterações nas mamas. Caroços ou nódulos, mudanças na pele ou no formato da mama, alterações no mamilo e saída de secreção são sinais que devem ser avaliados por um profissional de saúde.
A ausência de histórico familiar não elimina o risco de desenvolver câncer de mama. Por isso, conhecer o próprio corpo e manter o acompanhamento indicado são medidas importantes, sem substituir os exames recomendados pelos profissionais de saúde.
Em caso de alterações, a orientação é procurar a unidade de saúde de referência para avaliação. O acesso à informação e aos serviços de diagnóstico contribui para identificar possíveis problemas e buscar atendimento no momento adequado.





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